Quem investe em Google Ads em Londrina e vê os cliques subindo enquanto o telefone continua quieto geralmente tem o mesmo problema: as palavras-chave estão atraindo gente curiosa, não gente pronta pra comprar. E a conta fecha no fim do mês do mesmo jeito. Muito clique, pouca venda e a sensação de que “Google Ads não funciona pro meu negócio”.
Funciona. Mas só quando a escolha das palavras respeita uma coisa que quase ninguém olha com atenção: a intenção por trás da pesquisa. É isso que separa uma campanha de Google Ads em Londrina que gera orçamento de uma que só gera relatório bonito.
Nem toda pesquisa é de quem quer comprar
Pensa em duas pessoas digitando no Google. A primeira escreve “como consertar ar condicionado”. A segunda escreve “conserto de ar condicionado em Londrina”. As duas falam do mesmo assunto. No entanto, só uma delas está com o celular na mão, pronta pra chamar alguém.
A primeira quer aprender a fazer sozinha. Já a segunda quer contratar. Se a sua campanha aparece pras duas, você paga pelo clique das duas, mas só uma tem chance real de virar cliente.
Por isso, antes de pensar em verba, a pergunta é: que palavras o seu cliente usa quando já decidiu comprar? Normalmente elas vêm acompanhadas de termos como “preço”, “orçamento”, “empresa”, “perto de mim” ou o nome da cidade e do bairro.
O papel dos tipos de correspondência
O Google Ads permite controlar o quanto uma pesquisa precisa ser parecida com a sua palavra-chave pro anúncio aparecer. Na correspondência ampla, o Google tem liberdade pra mostrar seu anúncio em pesquisas relacionadas, e às vezes relacionadas demais. Na de frase e na exata, o controle é maior.
A ampla pode funcionar bem, principalmente com boa estrutura de conversão e histórico. Porém, numa conta nova ou com verba enxuta, ela costuma abrir a porta pra muito clique irrelevante. Assim, o mais seguro é começar com mais controle e ir abrindo conforme os dados mostram o que converte.
Palavras negativas: o filtro que mais economiza verba
Se as palavras-chave dizem onde você quer aparecer, as negativas dizem onde você não quer. Termos como “grátis”, “curso”, “vaga”, “como fazer” e “o que é” costumam trazer gente que não vai comprar o seu serviço. Então, excluir essas pesquisas é uma das ações mais simples e mais lucrativas de qualquer campanha no Google Ads.
E aqui entra um relatório que deveria ser lido toda semana: o de termos de pesquisa. Ele mostra exatamente o que as pessoas digitaram antes de clicar no seu anúncio. Na prática, é ali que aparecem as surpresas. Uma empresa de móveis planejados pode descobrir que está pagando por “móveis usados”. Uma clínica pode ver cliques de quem procura “vaga de recepcionista”.
O erro mais comum em contas de Google Ads em Londrina
O erro que eu mais vejo é montar a campanha uma vez e nunca mais revisar. As pesquisas mudam, a concorrência muda, e a conta que estava saudável há seis meses pode estar sangrando hoje sem ninguém perceber.
Além disso, Londrina tem um mercado local forte e competitivo, com muita empresa disputando o mesmo cliente nas mesmas pesquisas. Por isso, quem acompanha a conta de perto, ajusta lances e corta desperdício toda semana acaba pagando menos por cada contato. Enquanto isso, quem deixa no automático financia o clique do curioso.
Uma checagem rápida pra fazer hoje
Abra a sua conta e veja o relatório de termos de pesquisa dos últimos 30 dias. Em seguida, pergunte pra cada termo: alguém que pesquisou isso estava pronto pra comprar de mim? Se a resposta for “não” pra muitos deles, você já sabe onde está o vazamento.
Se preferir que alguém faça essa análise com você, me chama no WhatsApp. Eu reviso as palavras-chave da sua campanha e te mostro onde dá pra cortar desperdício e onde vale investir mais. É o primeiro passo do trabalho de gestão de Google Ads em Londrina que a gente faz na Marcondes. E se você ainda não anuncia, melhor ainda: dá pra começar uma campanha de Google Ads em Londrina já do jeito certo, sem pagar pelo aprendizado dos erros mais comuns.





